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ELEFANTES MARINHO DO SUL
ELEFANTES MARINHO
DO SUL


Também conhecido como Golfinho de Fitz Roy.

Nome em inglês: Mirounga Leonina
Características

Comprimento:

Machos: até 6.20 m.
Fêmeas: até 3.70 m
Crias recém-nascidas: por volta de 1.30m

Peso:

Machos: até 4 toneladas
Fêmeas: até 800 kg.
Crias recém-nascidas: 40 kg.

Cor:
Pode variar do cinza ao pardo claro na época da troca de pele;

 

 

Colônia Continental

Na Península Valdés situa-se a única colônia continental desta espécie. Todos os anos nascem por volta de 9.600 crias. Durante a época de reprodução, mais de 20.000 elefantes marinhos permanecem nas costas da península.


Esta espécie habita em ilhas subantárticas, sendo a Península Valdés a única colônia (elefantería) continental. Quando o turismo começou a chegar na Península Valdés, na década de 70, os visitantes vinham ver elefantes marinhos e não baleias. A Península Valdés é a única colônia desta espécie do Hemisfério Sul que está em crescimento, a colônia das Georgias do Sul está estável e as restantes diminuíram por volta de 60% por motivos desconhecidos.

 

Fontes consultadas:

Bastida Ricardo y Rodriguez Diego; Mamíferos Marinos Patagonia Antártida


Depasquali Jorge; Breve Historia Chubutense, Península Valdés.

 

 

PINNÍPEDOS



 

Os pinnípedos são mamíferos marinhos perfeitamente adaptados ao meio aquático, mas, diferentemente dos cetáceos, podem viver também em terra firma. Estas espécies permanecem um período alimentando-se em mar aberto e um período na costa para reprodução, troca de pele e descanso.

Na Península Valdés encontram-se colônias de duas espécies de pinnípedos: o Lobo Marinho de um pêlo, pertencentes à família dos otáridos (leões marinhos) e o Elefantes Marinho do Sul, pertencente à família dos Fócidos (focas).

CARACTERÍSTICAS DESTA ESPÉCIE:

 

Os machos apresentam uma prosbosis ou tromba que se desenvolve completamente aos 8 anos de idade e que lhe conferiu o nome de elefante marinho. Sua tromba fica inflada quando exala ar que ficou retido por ação muscular. Têm olhos bem grandes, que lhes dão a possibilidade de captar luz quando mergulham a grandes profundidades.

Alimentação: lulas e peixes.
Profundidade máxima registrada: 1430 m.
Apneia máxima registrada: 120 minutos.

 


COLÔNIAS REPRODUTIVAS (APOSTADEROS)


Os elefantes marinhos permanecem durante a maior parte do ano alimentando-se em águas profundas e não se alimentam nos períodos que passam na costa para a troca da pele e reprodução. A troca de pele anual ocorre na primavera e no verão. Dura poucos dias durante os quais se desprendem grandes tiras de pele que podem ser encontradas na praia.

Os machos adultos começam a chegar às plataformas reprodutivas em agosto e as fêmeas em setembro. Os machos competem agressivamente para ocupar o lugar de macho dominante ou “alfa” do harém e suas brigas implicam contato físico. É normal ver cicatrizes no pescoço do macho do adulto causadas pelos dentes de outros machos durante as brigas pelo domínio do harém.

Os haréns variam, podem ser formados por poucas fêmeas ou até de mais de cem. O maior harém registrado foi de 130 fêmeas. Durante o período de reprodução, que pode durar até 3 meses, os machos vigiam permanentemente seu harém, na tentativa de evitar que outro macho copule alguma de suas fêmeas. Como não se alimentam, os machos podem perder até 12 kg por dia.

Depois de uma semana de sua chegada à colônia, as fêmeas dão cria e as amamentam durante uns 25 dias com um leite muito energético; o filhote engorda 5 kg por dia, enquanto sua mãe, que está em jejum, perde por volta de 9 kg diários. No momento do desmame o filhote deverá ter aumentado por volta de 300% do seu peso inicial. Depois de desmamados os filhotes passam por um período de jejum na costa, que pode variar de 30 a 90 dias e então vão ao mar em busca de seu primeiro alimento sólido. Esta é uma etapa crítica para os filhotes, pois nesse período ocorre uma grande mortalidade.



Os machos chegam à maturidade sexual aos 5/6 anos, mas só começam a se reproduzir a partir dos 10 anos. Isso se sobrevive, pois mais de 90% dos machos morrerão antes da idade de reprodução.

As fêmeas têm uma vida reprodutiva de aproximadamente 15 anos, alcançando a maturidade reprodutiva por volta dos 5 anos de idade. Acredita-se que elas vivem até 20 anos, enquanto os machos não passam dos 15.

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